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segunda-feira, 11 de março de 2013

Período Neolítico ou Idade da Pedra Polida


A passagem do Paleolítico Superior para o Período Neolítico foi marcada pelo término da última glaciação do Hemisfério Norte.
Com o recuo das geleiras, o nível dos mares se elevou, as terras emersas diminuíram e o clima se modificou nesse período: enquanto a Europa Central e parte da Europa Setentrional se tomaram temperadas, o Norte da África perdeu sua umidade e a região do Saara transformou-se em deserto; o mesmo aconteceu, em menor escala, do Oriente Próximo à Ásia Central. Diante disso, homens e animais tiveram de migrar para os vales dos grandes rios.
Paralelamente ao Período Neolítico, ocorreu um crescimento da população humana, o que tomou mais difícil sua subsistência apenas com a caça e a coleta de frutos e raízes. Esse fato levou os homens a iniciar sua sedentarização, por meio do plantio de trigo, cevada e aveia. Ao mesmo tempo, alguns animais foram domesticados e o homem tornou-se criador de bois e de ovelhas. Esse processo, que se iniciou na Mesopotâmia, é conhecido pelo nome de Revolução Agrícola, visto que a importância da agricultura sobrepujava largamente a do pastoreio.
A passagem da economia de coleta para a produção de alimentos liberou parte da comunidade para atividades outras que não as diretamente ligadas à subsistência. Essa população excedente criou nesse período os primeiros aglomerados urbanos protegidos por fossos e paliçadas contra ataques de outros grupos Neolíticos.
As novas condições econômicas e sociais provocaram mudanças tecnológicas. Para armazenar os cereais em recipientes, o homem deu início à cerâmica. Ao mesmo tempo, começou a tecer o linho e a lã, com a finalidade de substituir as peles de animais até então utilizadas como vestuário.
A matéria-prima mais importante para a confecção dos instrumentos ainda era a pedra; mas esta, depois de lascada, passou a ser atritada contra outra pedra, para se tomar mais aguçada ou afiada. Eis por que esse período recebeu a denominação de Idade da Pedra Polida.
Em função da nova realidade do período, os homens se organizaram em comunidades estáveis. Estas eram estruturadas principalmente a partir dos laços de sangue, formando clãs. A posição do indivíduo dependia do grau de seu parentesco com o chefe do grupo. Como a terra era propriedade coletiva e as técnicas de plantio rudimentares, raramente havia excedentes de produção.
Em alguns pontos da Europa, o início do Período Neolítico foi marcado pela construção de monumentos megalíticos, isto é, formados por enormes blocos de pedra. Tais monumentos certamente tinham conotação mística, combinada talvez com um caráter funerário, pois a arte e a magia continuavam interligadas. Compreendiam três tipos: menires — grandes pedras isoladas, posicionadas verticalmente; dólmens — duas pedras verticais que sustentavam uma terceira, disposta horizontalmente; e cromlechs — pedras agrupadas em um ou mais círculos em tomo de um dólmen.

Período Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada

Período Paleolítico Inferior: 2000000 a 40000 a.C
O Período Paleolítico Inferior (do grego paleos = antigo + lithos = pedra) é o período mais longo da Pré-História. Ele abrange a fase das glaciações, quando baixas prolongadas da temperatura provocaram a expansão da calota polar, alterando profundamente o clima do Hemisfério Norte. A América do Sul também sofreu glaciações, mas antes que o homem nela se fixasse.
Os geólogos identificam quatro glaciações no Hemisfério Norte. Elas começaram cerca de 600000 anos atrás e se prolongaram, intercaladas com longos períodos mais cálidos, até perto de 10000 a.C. Durante as épocas glaciais, os ancestrais do homem atual abrigavam-se em cavernas e viviam basicamente da caça. As vezes, a escassez de alimento os obrigava ao nomadismo. Para abater os grandes mamíferos dessas fases de baixas temperaturas (mamutes, rinocerontes lanudos, bisões e alces), os homens começaram a organizar-se em grupos e a estabelecer laços de cooperação e solidariedade, pois disso dependia a própria sobrevivência da espécie.
O maior passo dado pelo homem no Paleolítico Inferior foi a utilização do fogo, que lhe permitiu aquecer-se, obter iluminação à noite, afastar animais ferozes e cozer alimentos. Esse grande avanço deveu-se ao Homo erectus. Inicialmente, os homens procuravam conservar o fogo provocado por causas naturais (queda de um raio sobre uma árvore ou um incêndio florestal); depois, por volta de 500 000 a.C., passaram a desenvolver técnicas para produzir fogo.
Os primeiros utensílios de pedra eram muito simples (daí o nome de Idade da Pedra Lascada, dado ao Período Paleolítico). Com o decorrer do tempo, esse instrumental tomou-se mais elaborado, inclusive com a adição de componentes de madeira. As amas evoluíram, surgindo as lanças, facas e machadinhas. E, como a expansão dos grupos humanos começou a gerar conflitos, os artefatos de caça foram adaptados para a guerra.
No final do Paleolítico Inferior, os homens de Neanderthal começaram a sepultar os mortos, nas cavernas ou em suas proximidades. Alimentos e armas eram enterrados com os corpos, denotando algum tipo de crença ligada ao sobrenatural. 

Período Paleolítico Superior: 40000 a 10000 a.C.

O Período Paleolítico Superior coincide aproximadamente com a última glaciação. O homem de Cro-Magnon, que surgiu por volta de 40000 a.C., é o representante característico do período. Essa subespécie do Homo sapiens dividiu-se em várias culturas locais, distribuídas pela Espanha, Sul da França e Europa Centro-Oriental.
Os Cro-Magnon ainda eram colectores  caçadores e pescadores. Seus instrumentos, porém, passaram por transformações. Como o gelo dificultava a obtenção de pedras, diversos utensílios começaram a ser confeccionados com ossos e marfim; o arco e a flecha surgiram nesse período, bem como arpões e agulhas. 
Em parte devido ao longo tempo que passavam dentro das cavernas, mas graças sobretudo ao desenvolvimento da própria inteligência, os homens do Paleolítico Superior deram início à produção artística, pintando animais e cenas de caça nas paredes das grutas. Essa arte rupestre (isto é, pintada ou gravada na rocha), além de sua concepção realista, possuía uma função mágica porque, ao executá-la, o homem acreditava estar garantindo caça abundante para seu grupo.
Na mesma época do Período Paleolítico, começaram a ser esculpidas estatuetas femininas em marfim, com alguns centímetros de altura, que os especialistas hoje chamam de Vénus (do nome da deusa greco-romana do amor e da beleza feminina). Essas figuras eram dotadas de seios fartos e quadris exagerados, o que certamente as vinculava à ideia de fertilidade.
Fonte :
http://www.coladaweb.com/historia/periodo-paleolitico-ou-idade-da-pedra-lascada

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

A CIÊNCIA HISTÓRICA


História da 10ª Classe

TEMA I – A CIÊNCIA HISTÓRICA

1.1  CONCEITO E OBJECTO DE ESTUDO
Como ciência, a História nasce nos primórdios do século XIX, tornando assim uma ciência independente, possuindo métodos de investigação, métodos de análise e síntese, objecto de estudo, etc.
A palavra história tem como origem a cidade da Grécia Antiga, que em grego historiei, significa investigar.   
Entre os vários historiadores da antiga Grécia, vamos destacar Heródoto Halicarnasso (485 a.C. – 396 a. C) conhecido como o Pai da História, e posteriormente Tucídides (460 a.C – 700 a. C).  
Várias são as definições existentes sobre a História como ciência, não existe uma definição exacta.
Conceitos de História:
·         A História: é a narração científica e cronológica dos acontecimentos ou dos factos ocorridos no passado, num determinado espaço geográfico e num dado momento, em que os homens foram actores dominantes para o desenvolvimento ou retrocesso da humanidade.
·         A História: é a ciência que estuda o homem na sua evolução ao longo dos tempos e num espaço.
·         Segundo Marco Túlio Cícero, a «História é o testemunho dos tempos, a luz da verdade, a mestra da vida, a mensagem dos dias que não voltarão».
1.1.1 OBJECTO DE ESTUDO DA HISTÓRIA
Toda e qualquer ciência possuí um objecto de estudo, a História não foge a regra, também possui objecto de estudo:
·         Em primeiro lugar vamos encontrar o Homem como sendo a autor principal dos factos históricos;
·         O Tempo uns dos elementos primordial na ciência histórica;
·         O Espaço o lugar ou o local onde os factos ou os acontecimentos históricos se realizam;
·         A Sociedade, grupo de indivíduos organizados que vivem sobre base de normas, leis, etc., num determinado espaço geográfico. 
Estes vão constituir o objecto de estudo da História, mais não nos esqueçamos que o Homem é o objecto primordial da História.    
1.2  - A FUNÇÃO SOCIAL DA HISTÓRIA
A história cumpre uma função na formação do cidadão. Seu estudo ilumina as estruturas que impulsionaram o desenvolvimento dos povos e informa sobre as ideias que esses povos têm sobre seu desenvolvimento histórico. Permite, portanto, registrar a variedade de artefactos que imaginaram para armazenar, reter e difundir a memória do passado. A função social da História é de informar e formar o Homem para que possa evitar erros do passado viver de forma adequada o presente e projectar uma sociedade sã [1].
1.2.1     AS CORRENTES DA HISTÓRIA
Antes de mencionarmos as correntes da História, vamos em primeiro lugar enumerar as fases da evolução histórica:
1.    Fase Pré- Científicainclui toda a história grega, romana, cristã-medieval e a história do renascimento.
2.    Fase de Transiçãoé um periodo de passagem entre a fase Pré – científica e a fase Científica.
3.    Fase científica – é o periodo da História Moderna em pleno século XX, inclui toda a história da corrente positivista, o Historicismo e da História Nova. 
Não devemos esquecer do Renascimento que foi um movimento pertencente a fase Pré-científica.
1.2.2     O renascimento
É um grande movimento de renovação das letras, das ciências e das artes a que se deu o nome de renascimento e que tinha como principal inspiração o antigo mundo greco-romano. Este movimento teve início em Itália por diversas razões, entre as quais porque Itália era constituída por vários estados independentes como Florença, Roma, Génova e Veneza que tinham um grande progresso económico por causa das relações com o Oriente e o Norte da Europa e também porque os dirigentes destes estados (papas, príncipes e burgueses) eram mecenas (ou seja, protegiam as pessoas ligadas ás artes e ás letras) e outro motivo é que Itália tinha muitos monumentos e obras literárias das antigas civilizações que serviam de inspiração aos artistas. O movimento renascentista espalhou-se por toda a Europa. Alguns dos renascentistas que mais se destacaram foram Maquiavel e Petrarca (em Itália) Erasmo de Roterdão (na Holanda), Shakespeare (em Inglaterra) e Camões (em Portugal). Durante a Idade Média (séc. V a XV) Deus era o principal objecto de reflexão do homem mas, a partir do século XV (com o renascimento), passou a debruçar-se mais sobre si próprio. O homem renascentista preocupava-se em desenvolver o corpo e o espírito e tinha grande interesse em saber um pouco de tudo (conhecimento enciclopédico). Esta nova corrente de pensamento chamava-se humanismo e um dos humanistas que mais se destacou foi Leonardo da Vinci que foi artista, engenheiro e cientista. Já na Antiguidade clássica, os escritores romanos e gregos refletirão sobre os problemas do homem.
As correntes da História
As principais correntes da História são:
1.    Positivismo:
2.    Marxismo
1.3.        METODOLOGIA DA ANÁLISE HISTÓRICA
Para se falar da Metodologia da Análise Histórica, em primeiro lugar teremos que definir as principais terminologias: Metodologia e Análise.
Metodologia: é o conjunto de métodos que viabilizam um determindo trabalho;
Análise: Separação ou desagregação das diversas partes constituintes de um todo; decomposição. (Vide Dicionários Aurélio).
Metodologia da Análise Histórica: é o conjunto de métodos que analisam as diversas partes do conhecimento histórico. (Vide Culo).   
Pode-se assim afirmar que, não se pode classificar as fontes históricas sem que, exista a Metodologia da Análise Histórica, visto que, entre elas existe uma relação.
Falar da Metodologia da Análise Historia leva-nos a abordar sobre as fontes históricas, já conhecidas por muitos:
Fontes Históricas: são todos os vestígios que testemunham a presença dos antigos homens me variados sítios, épocas. Estas fontes classificam-se:
1.    Fontes materiais – são todos os artefactos e construções da antiguidade deixadas pelos nossos antepassados.
Exemplo: utensilio doméstico, armas, esculturas, barcos moedas, etc.  
2.    Fontes escritas: são todos os documentos escritos deixados pelos nossos ancestrais em diferentes locais e épocas.
Exemplo: cartas, contratos, livros, leis, listas de impostos, etc.
3.    Fontes orais: são narrativas transmitida oralmente de geração em geração, fazendo parte do modo de vida da comunidade.
Exemplo: as pessoas mais antigas das comunidades e que conhecem a historia da mesma (os Reis, Sobas, anciões, etc.).
Obs.: a tradição oral é mais usual em África e em localidades onde tomaram contacto com a escrita muito mais tarde, por isso é considerada a tradição oral como uma fonte muito importante para o continente africano, visto que ela é transmitida de geração em geração.       
A CRÍTICA HISTÓRICA
É considerado como crítica histórica o método histórico que distingui o documento verdadeiro do documento falso, é o método que verifica o que pode existir de falso num documento verdadeiro ou vice-versa.
A História faz-se com documentos e não só. Para o historiador distinguir o verdadeiro do falso deve seguir três passos importantes:
1.    Procurar e classificar as fontes;
2.    Verificá-las;      
3.    Compreendê-las.
A SÍNTESE HISTÓRICA
Pode-se definir a síntese Histórica como sendo o resumo do conteúdo histórico após o processo de análise. Assim pode-se dizer que, sem a análise não pode haver a síntese.
Os documentos e testemunhas, são os elementos fundamentais para dar corpo ao conhecimento histórico, mais estes devem ser submetidos a uma análise e posteriormente ao resumo ou síntese.   
1.4 – A PERIODIZAÇÃO, SEUS CRÍTERIOS E PROBLEMAS
A História é uma ciência que tem como elementos fundamentais: o tempo e o espaço, para de poder enquadrar os factos históricos.
Periodização: é a maneira de ordenar de forma cronológica os acontecimentos históricos, isto é, desde a antiguidade até a actualidade. (Vide Culo).
A periodização histórica desempenha uma grande importância no estudo dos períodos históricos da humanidade. Também permite compreender a sistematização do estudo do passado da humanidade.
A História Tradicional divide-se nos seguintes períodos cronológicos:
                           PERIODIZAÇÃO HISTÓRICA GERAL
                          Idade contemporânea                 Da Revolução Francesa até aos nossos dias…
                          Idade Moderna                            1789 com a Revolução Francesa
                                   Idade Média                            Terminou com a queda de Constantinopla
                          Idade antiga                             Séc. V terminou em 476 d.C
                                   Pré- História                            Aparecimento da Escrita
Um dos grandes problemas que a periodização histórica apresenta é o eurocentrismo e a regionalização na História Universal.
PERIODIZAÇÃO DA HISTÓRIA DE ANGOLA
A periodização da História de Angola goza de um período conturbado, complexo e de difícil compreensão.
Exemplo: a data de 1482 possui um grande significado histórico para o Congo e não para o resto do território angolano. O mesmo pode se dizer da data de 1575 que tem um grande significado para Luanda igualmente sem muito interesse para o resto do território de Angola.
 A História de Angola deve-se em 8 períodos como descreve Bengui Pedro; 2008, História 10ª Classe:
1-    As civilizações pré-Históricas (desde os primeiros habitantes de Angola – os Pigmeus e os Khoisan e termina com a migração Bantu.
2-    Período dos reinos do território que é hoje Angola (antes e depois da chegada dos europeus, terminando convencionalmente em 1482.
3-    O chamado período do mercantilismo colonial (tem início com a chegada de Diogo Cão na foz do rio zaire em 1482 e termina em 1885.
4-    O capitalismo comercial (vai de 1885-1910);
5-    Quinto período (1910-1926);
6-    Angola no período entre 1926-1961 (implementação da 2ª República e termina com o desenvolvimento do nacionalismo africano)   
7-    Início da luta da luta armada até à Independência Nacional (1961-1975);
8-    Periodo pós-Independencia (desde 1975 até aos dias actuais).
Obs.: Estes dois últimos períodos são mais recentes que possuem maior número de bibliografias, por isso são os períodos mais conhecidos da História Angolana. 
CONCLUSÃO
Podemos concluir que esta unidade leva-nos a entender o grande significado que tem a ciência Histórica, suas origens, objecto de estudo, as fontes históricas assim como a grande função social que a História exerce na sociedade, bem como nos dá a entender a grande importância que a periodização tem na organização dos acontecimentos de uma forma cronológica.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
FREITAS, Gustavo; História, s/d.
MATERIAL de História da 11ª Classe; Ex. IMNE, 2005
PERDRO, Bengui; História 10ª Classe, 2008










[1] Vide John G. A. Pocock

sábado, 5 de janeiro de 2013

Porque que em alguns discursos de Europeus e Americanos, tendem a tratar a África como se fosse uma única Província?

Deixe o seu comentário se queremos uma África melhor.

domingo, 16 de dezembro de 2012

NÓS DESEJAMOS A TODOS OS LEITORES UM FELIZ NATAL E UM ANO NOVO PROSPÉRO


sexta-feira, 1 de junho de 2012

PAÍSES AFRICANOS QUE FORAM COLONIAS DE PAÍES EUROPEUS

A COLONIZAÇÃO PORTUGUESA


A colonização portuguesa na África foi o resultado dos descobrimentos e começou com a ocupação das Ilhas Canárias ainda no princípio do século XIV.

Durante a segunda metade do século XV Portugal foi estabelecendo feitorias nos portos do litoral oeste africano. No virar do século, Bartolomeu Dias dobrou o Cabo da Boa Esperança, abrindo as portas para a colonização da costa oriental da África pelos europeus.

Portugal em África colonizou:

Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Angola e Moçambique.

A COLONIZAÇÃO FRANCESA

Em África a França teve como colónia os seguintes países:

Marrocos, Tunísia, Guiné Conakry, Camarões, Togo, Senegal, Madagáscar, Benim, Níger, Burkina Faso, costa do marfim, Chade, Republica Centro – africana, republica do Congo, gabão, Mali, Mauritânia, Argélia, Comores, Djibuti.

A COLONIZAÇÃO BRITÂNICA

No final do século XVIII e meados do século XIX, os ingleses, com enorme poder naval e económico, assumem a liderança da colonização africana. Combatem a escravatura, já menos lucrativa, direccionando o comércio africano para a exportação de ouro, marfim, tapetes e animais. Em consequência disso, os africanos ficam com o mercado dominado pelos interesses do Império Britânico. Países que foram colónias britânica:

Egipto, Sudão, Ghana, Nigéria, Somália, Serra Leoa, Tanzânia, Uganda, Quénia, Malawi, Zâmbia, Gâmbia, Lesoto, Maurícia, Suazilândia, Seychelles, Zimbabwe.



A COLONIZAÇÃO ALEMÃ

A Alemanha colonizou as regiões correspondentes aos actuais Togo, Camarões, Tanzânia (a parte continental ou Tanganica), Ruanda, Burundi e Namíbia.

A COLONIZAÇÃO BELGA

A Bélgica colonizou o Congo Belga (actual República Democrática do Congo).



A COLONIZAÇÃO PORTUGUESA


A colonização portuguesa na África foi o resultado dos descobrimentos e começou com a ocupação das Ilhas Canárias ainda no princípio do século XIV.

Durante a segunda metade do século XV Portugal foi estabelecendo feitorias nos portos do litoral oeste africano. No virar do século, Bartolomeu Dias dobrou o Cabo da Boa Esperança, abrindo as portas para a colonização da costa oriental da África pelos europeus.

Portugal em África colonizou:

Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Angola e Moçambique.

A COLONIZAÇÃO FRANCESA

Em África a França teve como colónia os seguintes países:

Marrocos, Tunísia, Guiné Conakry, Camarões, Togo, Senegal, Madagáscar, Benim, Níger, Burkina Faso, costa do marfim, Chade, Republica Centro – africana, republica do Congo, gabão, Mali, Mauritânia, Argélia, Comores, Djibuti.

A COLONIZAÇÃO BRITÂNICA

No final do século XVIII e meados do século XIX, os ingleses, com enorme poder naval e económico, assumem a liderança da colonização africana. Combatem a escravatura, já menos lucrativa, direccionando o comércio africano para a exportação de ouro, marfim, tapetes e animais. Em consequência disso, os africanos ficam com o mercado dominado pelos interesses do Império Britânico. Países que foram colónias britânica:

Egipto, Sudão, Ghana, Nigéria, Somália, Serra Leoa, Tanzânia, Uganda, Quénia, Malawi, Zâmbia, Gâmbia, Lesoto, Maurícia, Suazilândia, Seychelles, Zimbabwe.

A COLONIZAÇÃO ALEMÃ

A Alemanha colonizou as regiões correspondentes aos actuais Togo, Camarões, Tanzânia (a parte continental ou Tanganica), Ruanda, Burundi e Namíbia.

A COLONIZAÇÃO BELGA

A Bélgica colonizou o Congo Belga (actual República Democrática do Congo).